Centralidades afundam negócios dos condomínios - ANGONOTÍCIAS: O mercado imobiliário poderá sofrer revés nos próximos meses, influenciado pela disponibilização de mais de 30 mil fogos e com a expectativa de atingir, a breve trecho, as 120 mil residências.
O mesmo deverá acontecer nas restantes províncias, onde a oferta deverá ser em menor número. As vendas vão de vento em popa, a julgar pelas enchentes que se registam na maioria dos pontos de venda da Delta Imobiliária.
Com a divulgação, nos últimos dias, dos preços e das novas modalidades de pagamento nas centralidades do Kilamba, Cacuaco, 44, Capari e Zango, surgiu como um forte estímulo à procura de residências, já que esta parecia estar inibida alguns anos, devido ao elevado preço das habitações.
De acordo com alguns intermediários de casas em Luanda, nos últimos tempos vêem aumentando a oferta de residências, tanto para arrendamento quanto para vender, mas os preços seguem em queda e, no entanto, espera-se que com as novas centralidades haja uma maior desaceleração dos negócios.
“Uma casa que antes podia ser arrendada a cerca de 10 mil dólares mês, hoje fica por menos de três mil USD e é possível que caia ainda para menos, nos tempos em que se seguem”, afirmou um intermediário.
Nos condomínios espalhados, pela cidade de Luanda, as casas estão cada vez mais às moscas, a julgar pelo número de casa vazias e surgirem nalguns a modalidade de arrendamento.
Alguns correctores de imoveis alegam que apesar das vendas das casas das novas centralidades absorver parte da clientela, deverá ainda assim existir alguma demanda extra devido aos altos padrões de luxo alguns edifícios no centro e arredores e também pela procura de escritórios.
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